quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dia 306 - E então quando tudo parecia ir de vento em popa...

Dia 27/07/2012 meu esposo chegou em casa e comentou que um funcionário da empresa em que ele trabalha tentou ir a um hospital na cidade vizinha e que recusaram o plano de saúde. Ele ouviu a história já no ônibus na volta para casa e não havia como saber o que havia acontecido.
Na hora me deu um gelo na espinha, um medo. Eu liguei no plano de saúde e a resposta foi que meu plano ia dar cobertura até o dia 31.
Eu não ouvi mais nada. Naquela semana eu ia passar em uma consulta protocolar com o cirurgião. Não ia marcar nada, mas tinha de passar pela tal consulta, no dia 05 de agosto eu ia assistir a 5 palestra e só faltariam mais 2 para terminar o processo. Tudo virou um monte de ia.
Era sexta-feira, passavam das 20:00 e não tinha nada que eu pudesse fazer. Nada de plano de saúde. Eu não sabia se estavam trocando o plano, se meu esposo seria mandado embora, só sabia que todo aquele processo na dix tinha ido pelo ralo. E eu chorei. um fim de semana inteiro.
 Na segunda meu esposo foi procurar o RH e informaram apenas que assim que tivessem tudo acertado iriam esclarescer tudo aos funcionários.
Só no dia 1 de agosto é que informaram que seria pela intermédica, co-participação(ou seja passou no médico, pagou). Eu ainda não acreditava que a empresa tinha mudado as coisas da noite para o dia. Liguei na ANS para saber como fazer para garantir a continuidade do tratamento: Não tinha lei que obrigasse o plano de saúde a continuar de onde eu tinha parado na operadora anterior.
Até que eu tivesse novas informações demorou um tempinho. Eu  pedi auxilio ao RH da empresa do marido, mandei um e-mail explcando minha situação e eles interviram junto á intermédica.
Marcaram uma avaliação com o endocrinologista de lá para dia 4 de setembro. Eu tinha uma esperança!

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