sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Primeiros dias – a decisão por uma cirurgia



Eu era uma das pessoas com franco preconceito contra cirurgia bariátrica. Eu colocava cirurgia como última opção das pessoas desesperadas em busca de um caminho fácil, pior ainda do que remédios (eu odiava tomar remédio, considerava uma muleta). Nossa como eu estava mal informada sobre esse assunto.

Como eu  disse tentei uma Reeducação alimentar em 2010, eliminei 19 kilos, mas no inverno de 2011 já havia recuperado 9 kilos. Tentei retomar a RA por 2 meses mas por mais que eu optasse por alimentos integrais, grelhados, comesse de 3 em 3 horas percebi que não conseguia comer pouco. Quando chegava a parte da tarde então eu comia muuuito mais. 

Foi aí que pensei: o problema é quantidade, não qualidade! E comecei a procurar informações sobre a cirurgia. De um zilhão de blogs sobre o assunto o que mais me interessou foi o blog da Val Sleevada. Cobria um tempo interessante (por que quando passa um ou dois meses de cirurgia e surgem as primeiras dificudades muita gente larga o blog) e mostrava uma técnica que eu jamais tinha ouvido falar: o Sleeve.

 Nele o estômago é reduzido a uns 160, 200 mls, em forma de manga = sleeve em inglês, sem o tradicinal desvio intestinal, ou seja não muda a absorção de nutrientes pelo organismo. Claro que ainda é necessária uma suplementação vitamínica, que pode ser nos primeiros meses ou para sempre, cada caso  é um caso.

O problema? Eu não tinha dinheiro para pagar a cirurgia. Mas tinha um plano de saúde. Eu encontrei no Orkut uma comunidade de pessoas no processo de emagrecimento via cirurgia chamada “Gastroplastia Dix Amico” e lá recebi as primeiras instruções de como deveria proceder. Logo de cara eu soube que  aquele caminho de facilidades que eu imaginava ser a cirurgia não era nem um pouquinho real....

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